RaianiSibien

Viagens, momentos e histórias pelo mundo afora.

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Encontrar acomodação em Londres pode se tornar uma missão estressante e cansativa. Na capital inglesa as pessoas geralmente alugam quartos e dividem o resto da casa com outras pessoas, já que alugar uma casa inteira custa muito caro.

Para obter resultado, é necessário checar com frequência os anúncios nos sites de quartos/casas para alugar, tais como o Spareroom.co.uk, Easyroommate  e o Gumtree. Para cristãos à procura de um ambiente segundo suas crenças, indico o Kingdom Houses  . Entre nesses sites, leia os perfis de cada anunciante, olhe as fotos (se estiverem disponíveis) e veja se a oferta está dentro dos parâmetros que você deseja. Se estiver, contacte o anunciante imediatamente, pois as melhores oportunidades vão embora em um piscar de olhos. Lembre-se que para contactar alguém, você precisará se cadastrar no site.

É interessante também criar um anúncio explicando quem você é, o que/onde procura e o quanto pode pagar pela vaga. Escreva-o de forma positiva, demonstrando ser uma pessoa sociável, amigável, divertida, que sabe respeitar a individualidade dos outros, honesta e organizada. Desse modo, as pessoas com quartos disponíveis também poderão visualizar seu perfil e te contactar.

Os candidatos ao novo quarto passam por uma breve entrevista com os demais ocupantes da casa, conhecem o quarto em questão e depois de alguns dias recebem a resposta se podem ou não se mudar para a nova residência.

Nesses três anos morando em Londres, me mudei de casa duas vezes e posso dizer que ODEIO todo esse processo de “entrevista” para conseguir um quarto. É quase pior do que uma entrevista de emprego, pois nesse caso você é analisado pela sua personalidade, carisma, condição social, status de relacionamento, etc. Entendo que ninguém quer morar com alguém estranho ou que não tenha condição de pagar o aluguel no final do mês, mas muitas vezes é frustrante sair de casa nesse frio, pegar metrô/trem, ir até o local, ser entrevistada e depois de duas semanas receber uma mensagem no celular avisando que eles escolheram outra pessoa. Se você for estudante, suas chances de conseguir um quarto se reduzem consideravelmente, pois a grande maioria dos profissionais preferem morar com pessoas mais maduras e que possuem uma estabilidade econômica que estudantes geralmente não tem.

É essencial ter paciência. Muita gente se precipita e acaba fazendo mau negócio, pagando excessivamente caro por um quarto que mal cabe duas pessoas em pé. Alugue quando tiver realmente certeza de que aquela vaga é o que está procurando. Leve em consideração não somente o tamanho do quarto, mas também quantas pessoas moram na casa (ideal no máximo quatro pessoas) e sua localização.

Boa sorte na procura e força na peruca 😉

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A Ilha de Capri é um dos lugares mais lindos e exuberantes da Itália.  Situada no Golfo de Nápoles, a ilha é famosa por sua beleza natural e paradisíaca, atraindo milhares de turistas todos os anos. Capri possui uma área de 10.4 km2 e abrange também a cidade de Anacapri, conhecida pela Grutta Azzura (Gruta Azul).

Como chegar em Capri?

Pegue o navio que sai do porto de Nápoles ou de Sorrento. Saindo de Nápoles, existem dois tipos de navios. O mais rápido faz o percurso em 50 minutos/18 euros a passagem e o outro leva cerca de uma hora e 20 minutos para chegar até a ilha/13 euros a passagem.  Independente do que você escolher, a viagem é uma delícia, super tranquila e confortável, além da vista espetacular.

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Monumentos e atrações turísticas em Capri:

  • Chiesa di Santo Stefano (Igreja de Santo Stefano) localizado entre a Piazza Umberto e a via V. Emanuele.
  • Centro Caprense Ignazio Cerio, localizado em frente a Chiesa di Santo Stefano.
  • La Certosa di S. Giacomo, próximo a via Serena no alto da ilha.
  • Giardini di Augusto, praticamente ao lado de La Certosa di S. Giacomo (esse jardim é lindo, super indico).
  • Arco Naturale, localizado na via Tragara.
  • Villa Jovis e Villa Lysis, entre a via Padre Giuliani e via Fuorlovado.
  • Via Krupp (conexão pedonal entre Capri e Marina Piccola).
  • Il sentiero “Pizzolungo“: Grotta di Matermania, Villa Malaparte, Fontelina, Faraglioni, Tragara.

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Três restaurantes que recomendo em Capri:

  1. La Capannina, na via Le Botteghe, 12/14. Impecável atendimento ao cliente e comida maravilhosa!
  2. L’Altro Vissani, via Longano, 3.
  3. Villa Verde na via Sella Orta, 6
Gnocchi Caprese do restaurante La Capannina

Gnocchi Caprese do restaurante La Capannina

Após o passeio em Capri, sugiro pegar um ônibus até o terminal Anacapri, a 50 metros da praça Vittoria. Apesar de bem pequena, Anacapri tem seu charme e sua beleza e merece uma atenção especial. Se estiver planejando ir a Grotta Azzura (Gruta Azul), chegue em Anacapri pela manhã ou logo depois do almoço, pois o horário de funcionamento vai das 9h às 17h. A melhor opção é pegar um barco a remo (capacidade de no máximo quatro pessoas) e entrar na gruta de barco.

Grotta Azzura em Anacapri. Imagem: http://www.orsamaggiore-capri.com/pt/concierge

Grotta Azzura em Anacapri. Imagem: http://www.orsamaggiore-capri.com/pt/concierge

Outras atrações em Anacapri são:

Chiesa di San Michele

Chiesa di San Michele

Seis restaurante  que recomendo em Anacapri:

  1. Da Gelsomina, localizado na via Migliara, 72.
  2. Il Riccio, com uma estrala Michelin, esse elegante restaurante e beach club se localiza a beira mar do Capri Palace Hotel & Spa na via Gradola, 4.
  3. L’Olivo, com duas estrelas Michelin, o L’Olivo também se localiza no Hotel Capri Palace, via Capodimonte, 14.
  4. La Rondinella, via G. Orlandi, 295.
  5. Le Arcate, viale T. De Tommaso, 24.
  6. Lido del Faro, Punta Carena

Existem muitos lugares fascinantes em Capri, Anacapri e aos redor da ilha, como por exemplo Marina Piccola, uma praia tranquila, com vista panorâmica em Faraglioni e Marina Grande.

Para conhecer a maior parte dos lugares e atrações mencionados acima é necessário de dois a três dias inteiros, de preferência no verão entre junho e agosto.

A ilha de Capri é um lugar afrodisíaco, encantador e relaxante. Destino perfeito para casais ou para quem deseja tranquilidade em uma área reservada e isolada do tumulto e do estresse cotidiano. Por essa razão é comum encontrar artistas e celebridades passeando pela ilha. Capri é também linda e super romântica de noite.

Capri anoitecendo.

Capri anoitecendo.

Eu AMEI tudo em Capri e Anacapri e pretendo voltar assim que puder!

 

Minha história com a Itália é antiga. Foi o primeiro país estrangeiro que conheci e o primeiro onde morei. Conheci as principais cidades do Norte da Itália, passando pela Lombardia , Toscana,  Emilia-Romagna e Piemonte, mas nunca havia ido ao Sul do país até o mês passado quando um amigo teve a idéia de irmos a Nápoles. Aproveitei que estaria na Itália visitando minha família e tirei cinco dias para visitar Nápoles e as ilhas ao redor da cidade.

Partimos da estação de trem de Verona para Bologna e de lá pegamos um trem especial (freccia rossa) para a estação central de Nápoles. O trajeto de Bologna a Nápoles leva menos de quatro horas e chegamos na cidade por volta das 18h. Pegamos um táxi e nos dirigimos ao local onde ficaríamos hospedados na Piazza Dante.

Dia seguinte, fomos “bater perna” e conhecer o centro de Nápoles, a região costeira, museus e castelos. A primeira parada foi no castelo Castel Nuovo, localizada próximo a Piazza del Plebiscito.

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Em seguida, visitamos a Piazza del Plebiscito, localizada ao final da Via Toledo, e onde ficam situados importantes edifícios históricos tais como o Palazzo Reale, Palazzo Salerno, Palazzo della Prefettura e Basílica di San Francesco di Paola. Saindo da praça entramos na via Caracciolo, onde encontra-se a beira mar de Nápoles. Com uma vista maravilhosa, caminhamos até o Castello dell’Ovo, o castelo mais antigo da cidade e situado no Golfo de Nápoles, em outras palavras: vista panorâmica e privilegiada, além de história e cultura. Abaixo, algumas fotos da beira mar e do Castello dell’Ovo.

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Quando acabamos o passeio no Castelo do Ovo já estava começando a escurecer e decidimos voltar para a Piazza Dante. No segundo dia resolvemos visitar as ruínas de Pompéia, cidade romana que foi destruída em 79 d.C quando o vulcão Vesúvio entrou em erupção. A cidade foi totalmente coberta pela lava e fumaça tóxica, matando praticamente todos os seus habitantes.  Pompéia foi redescoberta no final do século XVIII e desde então, vários objetos pessoais, móveis de casas e corpos petrificados foram encontrados por arqueólogos que faziam escavações na cidade.

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Após passar a manhã e parte da tarde em Pompéia, pegamos o trem para Sorrento. Conhecida por ser terra natal do famoso poeta italiano Torquato Tasso, foi um dos lugares que mais gostei. Suas belezas naturais, a atmosfera de cidade de interior misturado com cidade de praia e a modernidade rústica de Sorrento são de encantar.  Passamos aquele resto de tarde contemplando o mar, o sol, as flores e as árvores, as pessoas e a cultura local.

Antes do jantar, paramos em um restaurante/bar para tomarmos um spritz, e enquanto aquela bebida refrescava a nossa tarde ensolarada, canções tradicionalmente italianas eram tocadas ao vivo, complementando o ar vintage do local e acariciando nossa alma. Após nosso aperitivo, continuamos a passear pelo centro de Sorrento e logo em seguida fomos jantar no restaurante L’Abate. Situada na Piazza Sant’Antonino, esse restaurante é bom quer seja pela comida que pelo atendimento ao cliente, super indico. Após o jantar, pegamos o trem de volta para Nápoles.

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Na manhã seguinte, fomos visitar a Ilha de Capri. Pegamos o barco da estação portuária de Nápoles e chegamos em Capri já quase na hora do almoço. A viagem é confortável e tranquila e dura cerca de 1 hora. Para chegar no centro da ilha, é necessário ou pegar um ônibus que te leva até lá ou subir as escadas intermináveis como nós fizemos (e nos arrependemos). Assim que chegamos no centro fomos  almoçar. Escolhemos o restaurante La Capannina na via Le Botteghe, restaurante maravilhoso e impecável no quesito atendimento ao cliente, além da comida ser uma delicia. Escolhemos e menu caprese, que inclui salada caprese como entrada, gnochi alla caprese como prato principal e sobremesa caprese. Tudo de excelente qualidade, amei e indico.

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Após o almoço fomos aos Jardins de Augusto e La Certosa di San Giacomo. A vista do jardim é deslumbrante! Em seguida, continuamos o passeio pela ilha e resolvemos pegar o ônibus com destino a Ana Capri para ver a Grotta Azzura (Gruta Azul). Pegamos o ônibus mas descemos no ponto errado. Ao invés de descermos no ponto que nos levaria a gruta, descemos no centro de Ana Capri. Caminhamos por uma hora até a Gruta Azul e conseguimos chegar lá por volta das 17:30h. Não conseguimos ver a gruta por dentro, foi um esforço quase em vão, a não ser pelo fato de ter perdido calorias do almoço e da futura janta ;).

Voltamos para o centro de Ana Capri e pegamos um ônibus de volta a Capri. Jantamos e pegamos o barco de volta a Nápoles.

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Na manhã seguinte fomos a Positano por sugestão de amigos. O lugar é bonito, pequeno e perfeito para quem está a procura de praia em uma área mais reservada. Nós havíamos visitado lugares parecidos nos dias anteriores, estávamos fisicamente cansados e acho que por isso não nos empolgamos e não aproveitamos muito nosso tempo em Positano.

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Como chegar a Positano saindo de Nápoles: Pegue o trem até Sorrento e de Sorrento pegue um ônibus com destino a Amalfi. Positano é antes da Costa Amalfitana, então fique atento para não descer no ponto errado.

No dia seguinte caminhamos um pouco mais pelo centro de Nápoles e na mesma tarde pegamos o trem de volta para Verona. A viagem acabou mas as lembranças ficaram. Se fizesse essa mesma viagem novamente, ficaria em Sorrento ao invés de Nápoles, iria novamente em Capri, visitaria a Costa Amalfitana e Ischia.

No próximo post, vou dar dicas do que fazer, onde comer e atrações turísticas em Capri e Ana Capri.

Bom domingo a todos!

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Falar sobre a Capadócia é tentar descrever em palavras sentimentos, sabores, paisagens, cultura, aprendizagem, momentos e recordações. Eu amei cada segundo nesse lugar e voltaria para lá amanhã se pudesse.

Durante nossos primeiros dias em Istambul, contactamos uma agência de viagem e compramos nossa passagem de ônibus para a Capadócia. Os ônibus saem às 19:30h de Istambul e chegam na Capadócia por volta das 7:30h da manhã do dia seguinte. Praticamente 12 horas de viagem que poderiam ser reduzidas a duas, se tivéssemos optado pela viagem de avião que custava o dobro na moeda local ou 20 euros a mais do que a passagem de ônibus.

Dica sobre meio de transporte: Sugiro viajar de avião ao invés de ônibus. Eu me arrependi de ter ido de ônibus por diversas razões como: passar a noite em claro, o motorista falando ao celular e fumando enquanto dirigia, não me sentir segura em relação ao trânsito turco (que é uma loucura, já que praticamente não existem regras de trânsito) e um grupo de adolescentes falando e rindo alto a viagem inteira. Pague um pouco mais, mas tenha conforto, tranquilidade e bom humor, por que passar a noite em claro não é para qualquer um.

Chegamos em Goreme na Capadócia e pegamos um táxi até nosso hotel, o Koza Cave Hotel. Havíamos comprado o pacote de dois dias de tour organizado com guia turístico durante nossa estadia na cidade, mas acabei perdendo o primeiro dia do passeio, por que não estava me sentindo bem e precisei ficar de repouso no hotel. De qualquer forma, nosso hotel era tão maravilhoso que não foi um grande sacrifício.

Dica de Hotéis em Goreme, Capadócia: Existem hotéis convencionais ou hotéis em estilo caverna (cave) e esses são sem dúvida os melhores e mais interessantes. Super indico o Koza Cave Hotel pois além do quarto ser lindo, confortável, limpo, rústico e elegante, do terraço do hotel dá para ver boa parte da cidade e os funcionários são super atenciosos, simpáticos e nos ajudaram em tudo o que precisamos. Abaixo estão algumas fotos do hotel.

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Outro hotel que sugiro considerar, é o Local Cave House Hotel. Essa foi uma indicação de um amigo, mas quando tentamos fazer reserva já não tinha mais vaga.

No segundo e mais esperado dia para nós na Capadócia, era o dia de voar de balão!!! Os vôos de balão acontecem bem cedinho, praticamente antes do sol nascer, tem duração de uma hora ou uma hora e meia e é uma experiência única, maravilhosa e inesquecível. Para mim, foi um sonho realizado!
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Uma van nos buscou na porta do hotel às 4:30h da manhã e  às 5:00h já estávamos no local onde o balão partiria. Tivemos que esperar que a intensidade do vento diminuísse e então começaram as preparações. Éramos 15 pessoas e a viagem de uma hora foi super tranquila. Uma delícia poder ver a cidade do alto.
No final do passeio de balão, uma garrafa de champagne é aberta, todos os presentes são servidos e cada um recebe um certificado de vôo, muito legal e divertido.
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Dica sobre vôo de balão: Pense duas vezes antes de aceitar voar de balão por uma empresa que você nunca ouviu falar, principalmente se já tiver em mente com quem quer voar. As agências de viagem geralmente tem convênio com empresas de balão e tentarão te vender o bilhete de uma empresa específica.
Antes de viajarmos para a Turquia, havíamos pesquisado com qual empresa fecharíamos o tão esperado passeio de balão. Tínhamos o nome das duas melhores empresas que são a Butterfly Balloons e a Royal Balloons. Quando fomos comprar as passagens de ônibus para a Capadócia, decidimos comprar também o bilhete para o balão. Na agência de viagem, os funcionários nos convenceram a voar com a Sultan Balloons e nos arrependemos, pois eles não fizeram o trajeto bacana que outras companhias fazem e acabei não tendo a oportunidade de ver tudo o que havia planejado e visto em fotos. Tive a impressão que eles foram até metade do caminho e voltaram. Pagamos menos com a Sultan Balloons, €90 por pessoa, enquanto a Butterfly e Royal Balloons por exemplo, cobram quase o dobro do preço.
Uma das diferenças é que as companhias mais caras te dão a oportunidade de voar com no máximo 12 pessoas, permitindo assim uma visão mais ampla de toda a paisagem lá do alto, mais espaço dentro do balão para se movimentar e tirar foto, enquanto outras empresas aceitam de 15 a 20 pessoas. Se voltasse para a Capadócia hoje, voaria com uma das duas companhias que mencionei acima.
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Dica 2: Marque o passeio de balão ao menos um dia antes da data de retorno da Capadócia. Devido ao fato do balão ser movido de acordo com a direção do vento, se o vento estiver muito forte, é provável que o vôo seja cancelado. Se cancelado, você terá que esperar até a manhã seguinte. Se for ficar na cidade por exemplo de segunda a quarta, escolha voar na terça, assim se o passeio for cancelado,  você poderá fazê-lo na quarta.

No próximo post, continuarei falando da Capadócia, suas cidades subterrânea, seus pontos turísticos e restaurantes.

Um ótimo domingo e boa semana a todos 🙂

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Quem visita Istambul no verão, geralmente visita também as Ilhas dos Príncipes, situadas no Mar de Mármara, em Istambul. O arquipélago é formado por nove ilhas mas somente quatro são habitadas atualmente, incluindo a Kinaliada, Burgazada, Heybeliada e Buyukada, que é a maior e mais popular dentre elas.

Pra chegar até uma das ilhas saindo de Istambul, pegue a barco que sai do porto de Kabatas. A viagem dura de uma a uma hora e meia dependendo de qual ilha você escolher como destino. A paisagem é de tirar o fôlego e diria quase que o passeio de barco foi mais interessante do que visitar o local em si, mas acho que essa afirmação seria injusta…Enfim, o que quero dizer é que ver o mar e ouvir o seu silêncio, contemplar a paisagem, apreciar a arquitetura das casas lindas e luxuosas e os pombos sobrevoando o barco por 1 hora e meia, foi espetacular.  A passagem de ida e volta custa em torno de 10 liras por pessoa.

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A primeira parada é na ilha Kinaliada, mas continuamos no barco e seguimos destino ruma a última ilha, a Ilha de Buyukada. Chegamos quase na hora do almoço. Demos uma volta, comprei um chapéu para me proteger do sol e paramos para almoçar. Achei o preço da comida mais barato do que no centro de Istambul.

Após o almoço decidimos ir à praia. Veículos motorizados como carros ou motos são proibidos nas ilhas e o meio de transporte é a charrete ou a bicicleta. O preço cobrado para ser levado de charrete até a praia local varia de 20 a 50 liras.  Inicialmente queriam nos cobrar 30, mas acabamos pagando 20 liras. O segredo é NUNCA aceitar de cara o primeiro preço dado. Pra sobreviver na Turquia como turista é necessário pechinchar, pedir desconto e muitas vezes determinar o quanto quer pagar pelo serviço oferecido.

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O trajeto até a praia dura cerca de 10 minutos e é super legal. Ao chegamos lá, tivemos que pagar 10 liras para poder permanecer e desfrutar do local. Particularmente, fiquei decepcionada com a praia, achei sem graça, pequena e vazia.

Nos lembramos que assim que chegamos em Buyukada, um homem estava fazendo propaganda de uma outra praia alí por perto e resolvemos tentar. Voltamos a pé (não achamos nenhuma charrete pra nos levar de volta) até o porto de Buyukada e dali pegamos um barco em direção à outra praia. Em menos de 20 minutos lá estávamos nós! Morando há praticamente três anos em Londres, ver o sol é raridade, conseguir pegar uma corzinha então, é como ganhar na loteria (em outras palavras: impossível). Foi uma delícia sentir o sol queimando e ficar bronzeada ao ponto de poder ver a marca do biquini. Voltei a ser originalmente brasileira, hahaha!

 Atenção, como a maioria das praias são privadas, ao chegarmos tivemos que pagar mais 25 liras por pessoa, mas valeu a pena!

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Depois de passar a tarde na praia, retornamos ao barco (que sai a cada meia hora) e voltamos para o porto de Buyukada. Como já estava ficando tarde, resolvemos pegar o barco de volta para Kabatas antes que anoitecesse.

OBS: Meu foco tem sido a praia por que depois de dias visitando museus, mesquitas e monumentos históricos, nossa intenção era realmente relaxar e curtir. Mas existem outras atrações nas ilhas para quem estiver interessado em conhecer mais a fundo a cultura e história do local.

DICAS:

  1. Leve em consideração a localização do seu hotel até as ilhas e lembre-se que do centro de Istambul (como por exemplo do porto de Kabatas) até a ilha mais próxima (Kinaliada) é uma hora de viagem. Se você for a Buyukada, uma hora e meia. Então, para aproveitar melhor o dia e ter tempo de conhecer um pouco as ilhas, acorde cedo. Quando fomos, acordamos as 7:30h da manhã e conseguimos pegar o barco as 9:30am.
  2. Na ilha, você  tem a opção de alugar uma charrete ou bibicleta, mas a bicicleta é um modo de transporte mais barato e te oferece mais flexibilidade e autonomia.
  3. Nao se envergonhe de pechinchar, especialmente se o produto já não tiver a etiqueta com o preço, o que quer dizer que o vendedor pode dizer o preço que quiser.
  4. Se puder, fique na ilha até o pôr do sol.  Ver o sol se pondo com a vista da praia e a paisagem em geral é incrível. Além disso, é um bom momento para tirar fotos que mais parecem cartão postal 🙂
  5. Não vá esperando encontrar uma praia como as nossas no Brasil. O chão não é coberto por areia e o tamanho das praias privadas são minúsculas se comparadas às praias brasileiras.
  6. Existem bons restaurantes, cafeterias e sorveterias espalhados por toda a ilha. Recomendo para bebidas, sorvete ou milkshake, o Kahve Dunyasi. Apesar do serviço ao cliente não ser dos melhores, minha bebida estava muito boa! Para o almoço ou jantar, indico o Akasya. Apesar de não ter visitado esse restaurante, ele é considerado o melhor na região, e pelos comentários que ouvi equanto estava em Buyukada, o atendimento ao cliente costuma ser impecável, comida maravilhosa e preço justo.
Não lembro o nome da bebida mas era uma mistura de limão, hortelã e outras coisas.

Bebida no Kahve Dunyasi

Eu adorei ter conhecido as Ilhas dos Príncipes e espero que você também goste. Aproveite seu passeio e sinta-se bem vinda (o) a compartilhar sua experiência aqui no blog.