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Viagens, momentos e histórias pelo mundo afora.

Tel Aviv é uma cidade praiana, com gente despojada e em sua maioria pouco religiosa. É também o coração econômico e cultural de Israel, com uma das maiores densidades de start-ups do mundo. Por esses e outros motivos, Tel Aviv atrai um grande número de profissionais e estudantes internacionais, o que a torna uma cidade cosmopolita e diversificada.

A sensação, assim que cheguei em Tel Aviv, era de estar no Rio de Janeiro. O calor, o céu azul, a praia e o estilo mais informal das pessoas, me davam a impressão de estar em um Brasil meio oriental, mais seguro e menos passivo. Tel Aviv é uma mistura de influências ocidentais e orientais resultado da imigração dos judeus da diáspora antes e depois da proclamação do Estado de Israel, em 1948. Essas mistura de influências, somado a aspectos sócio-culturais e econômico, transformou Tel Aviv em uma cidade jovem e moderna, que preza a diversidade, a liberdade de expressão, a tolerância às diferenças religiosas e às divergências de opiniões.

Essa liberdade se reflete na dinâmica da cidade e no estilo de vida dos residentes. Apesar de Tel Aviv seguir um estilo tendencialmente mais secular, encontramos de tudo nas ruas: judeus religiosos com suas longas vestes e chapéu preto, muçulmanas vestidas conforme às leis islâmicas, mulheres de mini-saia, short curto e decote, homens sem a kippah (acessório religioso usado por homens para cobrir a cabeça) ou qualquer vestimenta religiosa, jovens bebendo e fumando nas calçadas dos bares, e casais gays caminhando pelas ruas. Esse é o cenário típico em Tel Aviv e o mais interessante é que todos convivem harmoniosamente.

Tel Aviv oferece uma variedade de eventos sociais e culturais, além dos incontáveis restaurantes, bares, boates, cinemas e teatros, e é considerada uma das cidades mais badaladas do mundo e o melhor lugar para jovens na região do Oriente Médio. Tel Aviv é também vista como “A Capital Gay do Oriente Médio” e atrai um grande número de pessoas da comunidade LGBT com o ‘Tel Aviv Gay Pride‘ um dos maiores eventos que acontece todo ano em Tel Aviv.

Para quem curte natureza, além da praia, Tel Aviv possui parques floridos, com pequenos lagos, brinquedos para crianças, e pista para ciclista e pedestre. Um dos lugares que mais gosto é o Porto de Tel Aviv. Adoro caminhar pelo Porto e contemplar a calmaria do mar, os pássaros sobrevoando o céu azul, homens pescando, famílias passeando, e a agitação das pessoas se aglomerando nas inúmeras lojas, restaurantes e lanchonetes durante os finais de semana.

Morar em Tel Aviv é viver em uma cidade aberta ao novo, disposta a encarar desafios em meio a uma sociedade eclética, curiosa e cheia de vida. É ter a liberdade de escolha e a oportunidade de conhecer gente do mundo todo, de entrar em contato com outras culturas e desbravar o desconhecido. É estar no Oriente Médio com a possibilidade de levar um estilo de vida ocidental, em todos os aspectos.

Antes da minha primeira visita a Israel, no verão de 2012, eu imaginava a Terra Santa de uma forma bem diferente. Tel Aviv foi rápida em me mostrar um outro lado da moeda, o lado menos religioso e pouco conservador. Tenho vivido dias inesquecíveis em Tel Aviv e sentirei saudades dessa cidade quando for embora.

No próximo post vou compartilhar com vocês meus lugares preferidos em Tel Aviv. Não percam!

 

 

 

Domingo passado tive a oportunidade de visitar Ramallah, uma cidade situada na fronteira com Jerusalém e considerada a “capital” palestina.

Assim que cruzamos a fronteira entre Jerusalém e Ramallah, começamos a nos deparar com a realidade “do outro lado”. Aquela manhã, os residentes locais resolveram fechar as ruas principais de Ramallah como forma de protesto e apoio aos palestinos detidos em Israel que estão em greve de fome. Dessa forma, o ônibus que deveria nos levar até o centro da cidade, teve que parar logo depois da fronteira. Descemos do ônibus e aproveitamos pra caminhar e conhecer um pouco do lugar; lixo espalhado por todos os lados, ruas sujas, muros com pichações políticas, pequenas lojas oferecendo produtos de necessidade básica, pessoas passando pra lá e pra cá no meio da rua, e uma tenda onde as famílias dos presos se encontram, conversam, se apoiam e se consolam. Percebi que em menos de 10 minutos eu tinha saído de um mundo e entrado em outro.

Pegamos um taxi comunitário, chamado ‘sherut’, e finalmente chegamos no centro de Ramallah. Alí, no meio da praça Yasser Arafat, aconteciam as manifestações e protestos. Eram centenas de palestinos reunidos com bandeiras, fotos dos presos e gritos de guerra que ecoavam pelas ruas mais distantes.

Ficamos ali parados por alguns minutos, contemplando tudo que acontecia, analisando os fatos e tentando compreender toda aquela situação. Praticamente nos misturamos no meio daquela muvuca; meu desejo de registrar aquele momento era maior do que o medo de que algo me acontecesse. Medo nunca foi meu ponto forte.

Partimos dalí para o Museu do Yasser Arafat. O museu, que conta a história da Palestina e do líder político, foi inagurado no final de 2016 e custou cerca de $7 milhões. O elegante prédio inclui a suíte preservada de quartos modestos e outras áreas comunais usada por Arafat e seus seguranças nos últimos anos da sua vida.

Depois do museu, voltamos para o centro antigo da cidade. Passava das 14h, estávamos com fome. Paramos em uma loja de aparelhos eletrônicos e perguntamos se eles tinham alguma sugestão de restaurante. Ninguém ali falava inglês fluente mas o funcionário ligou para alguém. Uma voz masculina com sotaque americano me perguntou o que eu precisava. Respondi que procurávamos um local para almoçar e que como era nossa primeira vez em Ramallah, queríamos sugestões. Ele me pediu para esperar alí na loja e em menos de 1 minuto chegou pra nos levar a um restaurante. Se me lembro bem, o nome dele era Basser, nos disse que nasceu e cresceu nos Estados Unidos mas que havia se mudado para Ramallah há sete anos. Entre frutas espalhadas pelo chão, feirantes passando e comerciantes gritando, chegamos ao esperado restaurante, um local bem simples e humilde mas onde todos pareciam felizes em nos receber.

Após o almoço, fomos conhecer o Museu Mahmoud Darwish, considerado o poeta nacional palestino. Ele ganhou inúmeros prêmios por suas obras e ainda hoje é imensamente respeitado como um grande poeta e autor. O museu é lindo e bem interessante, especialmente para aqueles que gostam de poesia.

Saímos do Museu depois das 17h e precisávamos voltar para Tel Aviv. Pegamos o sherut até o centro e outro até a fronteira. Passamos pelo controle de passaporte e entramos no primeiro ônibus com destino a Jerusalém. Somente de Jerusalém é possível pegar o ônibus pra Tel Aviv. Confesso que voltar para Israel foi um alívio. Ramallah é caótica; as pessoas transitam na frente dos carros, os motoristas buzinam sem piedade e parece não existir ordem na cidade. O que existe é uma realidade social gritante, pessoas que ganham a vida como podem e que almejam um futuro melhor.
Cheguei em casa pouco depois das 22h, cansada mas feliz com a oportunidade de ter conhecido de perto e aprendido um pouquinho sobre a realidade de Ramallah e seus habitantes.

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A pergunta que recebo com mais frequência é: “Por que você escolheu fazer mestrado em Israel?”

Foram vários os motivos. Morar em Israel era um sonho de infância. Quando criança, tentei aprender hebraico através de alguns livros que tínhamos em casa. Eu acreditava que se pudesse falar hebraico, Jesus me entenderia melhor e minhas orações seriam respondidas mais rapidamente :). Os livros citavam apenas o alfabeto, e foi tudo que aprendi na época, mas o desejo de conhecer Israel permaneceu dentro de mim.

Os anos se passaram. Em 2014, fui aceita pra fazer o mestrado que curso hoje na Universidade de Tel Aviv mas recusei a oferta. Em 2016, senti necessidade de dar prosseguimento aos estudos e me inscrevi novamente no mesmo programa.

Meu mestrado é na área das ciências políticas e relações internacionais, mais especificamente em segurança e diplomacia. Não poderia ter escolhido lugar melhor pra estudar esses tópicos.
Israel é um país que possui profundo conhecimento no âmbito da segurança, conflitos e guerras, vivendo continuamente uma batalha travada pela sua existência e sobrevivência. No quesito diplomacia, alguns me contestam e apontam para controversas questões diplomáticas do governo israelense. Compreendo certos argumentos, e em alguns pontos, até concordo. Mas estou falando do dia-a-dia, das situações que vivenciamos quando vamos comprar pão, na universidade, nos passeios no parque, com nossos amigos, no médico, no shopping etc.  Em Israel, judeus, cristãos e muçulmanos se cruzam nas ruas diariamente e convivem pacificamente, na medida do possível. Na universidade, tenho a oportunidade de estudar com árabe-israelenses, judeus israelenses, judeus americanos e de outras partes do mundo, e com pessoas como eu, uma brasileira com cidadania italiana que não tem qualquer conexão direta com as questões políticas e territoriais da região.
Há pouco tempo, estava conversando com dois colegas de classe; uma moça palestina e um rapaz israelense que cresceu na Rússia e na Alemanha. Achei aquele encontro muito interessante. Gosto de reunir pessoas que normalmente não se misturariam e conversar livremente sobre o que vier à cabeça. Poder falar abertamente, expor opniões e escutar o que o outro tem a dizer, é uma oportunidade de entender o ponto de vista alheio e de aplicar diplomacia na prática.
É desafiador opinar sobre assuntos pertinentes e ser diplomático em meio às constantes ameaças e conflitos políticos existentes em Israel, onde todos têm opniões formadas, um modo incisivo de lutar pelo que acreditam e um objetivo maior: o de concentrar seus esforços pelo reconhecimento, pela sobrevivência e bem estar da nação.

Meu mestrado em Israel me deu a oportunidade de visitar zonas de conflito nas fronteiras com países vizinhos, de conhecer um pouco sobre a cultura judaica, de entender melhor a raíz do conflito árabe-israelense e os desafios enfrentados por diferentes comunidades. Além disso, estou podendo finalmente realizar o sonho de aprender hebraico. Não tenho fluência mas de vez em quando arrisco algumas frases, rs!

Nos próximos posts vou contar um pouco como é a vida em Tel Aviv, como é morar em Israel, como são os estudos na Universidade de Tel Aviv e como fazer pra entrar numa universidade israelense. Não perca!

 

Nicósia é uma cidade interessante; é autêntica e cheia de peculiaridades.
As dicas de hoje são principalmente direcionadas à Nicósia do sul (grega) mas super recomendo tirar um tempo pra conhecer também a parte turca da cidade ao norte. Bom, vamos começar!

Museus

Cyprus Museum: Considerado o principal museu arqueológico de Chipre, o Cyprus Museum possui uma mostra de objetos que datam do período pré-histórico. É bem interessante! O museu fica localizado próximo à estação central.

Leventis Museum: Fundado em 1984  pela Fundação Anastasios G. Leventis e inaugurado em 1989, o Leventis Museu Municipal de Nicósia apresenta a história do desenvolvimento social de Nicósia da antiguidade à era atual. Uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre o passado da cidade e entender os vários aspectos culturais e sociais que encontramos hoje. O museu está localizado na cidade velha, perto da Praça Eleftheria.

Ethnological Museum House of Hatzigeorgakis Kornesios:  Construído em 1793, esse museu é um dos mais importantes e um dos únicos edifícios do século XVIII que permaneceu de pé na capital. Foi restaurado pelo Departamento de Antiguidades para abrigar o Museu Etnológico de Chipre, recebendo o prémio ‘Europa Nostra’ em 1988. O local já foi a residência do Dragoman mais proeminente de Chipre, Chatzigeorgakis Kornesios, executado pelos otomanos em 1809.

Pancyprian Gymnasium Museums: Considerado o mais antigo estabelecimento do Ensino Secundário de Chipre, fundado em 1812. Além da historia da escola, o Museu Pancyprian dispõe de uma coleção arqueológica, monetária, de mapas antigos e equipamentos de armamento de tempos passados. Há também uma galeria de arte com o trabalho de grandes pintores que serviram como professores e alunos da escola, um museu de história natural e outras exposições.

Restaurantes/Bares/Cafeterias (ordem de opções dos mais caros aos mais baratos)

Pyxida: Considerado um dos melhores restaurantes em Nicósia, esse restaurante é uma ótima pedida pra quem gosta de peixe e frutos do mar. Um mimo ao paladar!

Patonpoleio:  Servem pratos típicos da Grécia. Uma salada grega no verão ou em qualquer estação é uma ótima pedida. Outra opção é experimentar o ‘mezze’ grego, uma combinação de petiscos, entradas e pratos principais; ideal pra quem quer provar um pouco de cada prato local. O restaurante é aconchegante, com uma decoração delicada e simples, e pratos deliciosos e abundantes.

Restaurante Syrian Arab Friendship Club: Pratos típicos do Oriente Médio (sírio, libanês etc). Super sugiro pedir mezze, assim podem experimentar pratos variados. Eles também oferecem opções de mezze para vegetarianos. Além das comidas deliciosas, clientes têm também a oportunidade de assistir a apresentações de dança do ventre.

Home for Cooperation (H4C): Esse bar-café/restaurante é aconchegante, informal e inclusivo; um lugar onde as diferenças são deixadas de lado e cipriotas gregos e turcos se encontram pra um café/almoço. Vale ressaltar que toda terça e quinta, das 12h às 16h, o ‘the two little chefs in a green kitchen’ (os dois pequenos chefes numa cozinha verde) preparam pratos veganos e vegetarianos no Home Café. Os pratos são preparados com produtos locais e orgânicos. Outros restaurantes/cafés que servem alimentos veganos e orgânicos em Nicósia são o Inga’s Veggie Heaven e o Utopia.

Amantes do falafel: O Sham Food é uma lanchonete bem pequena mas considerada uma ótima opção pra quem gosta de falafel, shawarma e kebab em geral.

Especialidades da casa: O Il Forno di Jenny’s oferece uma variedade de opções de pratos da cozinha mediterrânea a preço acessível.

Culinária Armena: o restaurante Avo serve pratos típicos da Armênia. Um dos seus pratos mais populares inclui torta de halloumi (um queijo branco bem saboroso) e steak de porco com batata frita.

Hotéis em Nicósia 

Os hotéis abaixo estão na ordem dos mais luxuosos aos mais simples e baratos.

Cleopatra (★★★★)

Holiday Inn Nicosia City Centre (★★★★)

Castelli (★★★)

Centrum (★★★)

Classic (★★★)

Rimi (★★)

Sky (★★)

Por ser uma cidade pequena, acredito que dois dias sejam suficientes para ver as atrações principais que a capital do Chipre oferece.

Bom viagem e bom passeio!

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Nicósia, a capital do Chipre, é o coração cultural e político do país. Em 1974, a cidade foi dividida entre cipriota grega e turca, em um conflito que continua sem uma solução definida, apesar de esforços internacionais para resolver a situação.

Nicósia é invadida e dividida:

Chipre foi dominado e conquistado por vários impérios, incluindo o Império Otomano, integrou a Grécia antiga, e finalmente declarou independência em 1960. Na época da independência, Chipre era constituída por uma população majoritariamente grega e uma minoria significante turca. Em 1963, o presidente da República propôs algumas reformas constitucionais que foram de encontro aos objetivos da comunidade cipriota turca e da Turquia. Os cipriotas turcos decidiram sair e instituiram uma administração temporária, começando assim o conflito entre os dois lados.

A situação se agravou com o golpe de estado grego-cipriota em 1974, quando a junta militar que na época governava a Grécia derrubou o presidente Makarios III. Percebendo o momento de fragilidade política do país, a Turquia aproveitou a oportunidade e invadiu a ilha, ocupando 37% do seu território ao norte, e expulsando cerca de 200.000 cipriotas gregos que residiam no local. Desde então, Nicósia foi dividida entre cipriota grega e turca, e por 30 anos residentes de territórios opostos não podiam cruzar a fronteira. O livre acesso à passagem só foi liberado em 2003, apesar dos dois lados permanecerem em conflito.

Em 2004, Chipre tornou-se efetivamente membro da União Européia (UE), mas a ocupação turca continua sendo considerada ilegal e não reconhecida pela ONU, pela UE e por grande parte da comunidade internacional.

A Força de Manutenção de Paz das Nações Unidas no Chipre (UNFICYP) da Organização das Nações Unidas (ONU) encontra-se em Chipre desde 1964. Há anos a ONU vem tentando chegar a um acordo de paz e colocar um ponto final no conflito. Recentemente, o chefe da Organização afirmou que “as partes estão muito perto de um acordo relacionado à criação de uma zona bilateral e comunitária, federal e institucional da República de Chipre.”  Quem viver, verá!

Minha Experiência em Nicósia

Chegamos em Nicósia pela manhã, passeamos pela parte grega até chegarmos na “linha” que divide a cidade. Passamos pelo controle de passaporte para sair da parte grega e outro controle para entrar no lado turco.

A sensação era de estar saindo da Grécia e entrando na Turquia, parecia um déjà vu ou um flashback da minha viagem à Turquia em 2013. Os dois lados divergem em vários aspectos; a moeda local, a língua, a cultura: tudo é diferente, até o passaporte. Um conhecido do Chipre nos contou que os cipriotas turcos têm seu próprio passaporte, mas que como não é reconhecido, fazem também o passaporte do Chipre grego a fim de transitar livremente pela Europa e outros países.

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Nossa primeira parada foi no The Buyuk Khan, construído entre 1576-77 por Sinan Pasha, o governador de Chipre (1572-79) na época do Império Otomano. O local se tornou um centro cultural, um espaço aberto para galerias de arte, eventos e apresentações. O Buyuk também possui alguns restaurantes com pratos típicos da culinária turca, e foi exatamente um desses restaurantes que escolhemos para almoçar.

Após o almoço, fomos explorar a cidade. Caminhamos pelas ruas principais, visitamos algumas lojas e monumentos, e é claro, compramos algumas baklavas (famoso doce turco), porque saborear a culinária local faz parte do conhecimento cultural :).

Depois de algumas horas, voltamos para a parte cipriota grega e continuamos nosso passeio. Visitamos o Museu de Chipre, algumas feirinhas de artesanato, e outros locais que vou deixar pra falar no próximo post.

Nicósia preserva aspectos do seu passado histórico mas acrescenta elementos da modernidade atual. Não é a cidade mais bonita que já conheci, mas é sem dúvida um lugar cheio de peculiaridades, que viveu e sobreviveu a diversos conflitos, e absorveu diferentes influências culturais que contribuíram na formação da cidade que vemos hoje.
Poder conhecer de perto um pouco da realidade e dinâmica política, econômica e cultural que involve a capital, e o Chipre em geral, foi uma experiência única e um aprendizado.

No próximo post vou dar dicas de monumentos, restaurantes e cafeterias em Nicósia. Não percam! Boa Páscoa a todos 🙂